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Considera-se Associação de Pais e Encarregados de Educação (APEE), aquela que representa os Pais e Encarregados de Educação dos alunos das Escolas do Agrupamento e se constitui com a aprovação dos respetivos estatutos.

A APEE do agrupamento visa a defesa e a promoção dos interesses de todos os pais e encarregados de educação, em tudo quanto respeita à educação e ensino dos seus filhos e educandos, enquanto alunos deste agrupamento, devendo para o efeito apoiar, promover e dinamizar a sua colaboração com a comunidade educativa.

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Cartão Escolar do Aluno - Guia Prático para os Pais

 
cartao escolar
 
Acessibilidade do cartão
 
O cartão é distribuído a todos os alunos dos 2.º e 3.º ciclos, isto é, apenas é utilizado na escola - sede do agrupamento, onde funciona o sistema integrado de gestão escolar (controle de acessos por cartão magnético/ transações em serviços de bufete, refeitório e papelaria). Consultar Guia Prático em anexo.
 
Anexos:
Download this file (Guia_Cartao_ Aluno_2016.pdf)Guia_Cartao_ Aluno_2016.pdf[Guia prático do cartão escolar]1335 kB

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Organização Pedagógica - Estruturas de Coordenação Educativa e Supervisão Pedagógica

icon.recursos

As estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica, colaboram com o Diretor e com o ConselhoPedagógico no sentido de assegurar a coordenação, supervisão e acompanhamento das atividades escolares, promover o trabalho colaborativo e realizar a avaliação de desempenho do pessoal docente.

Gestão

Estruturas de Articulação e Gestão Curricular

  1. Departamento de Educação Pré-escolar (constituído por todos os docentes do Pré-escolar em exercício defunções no Agrupamento GRUPO 100);
  2. Departamento do 1º Ciclo do (constituído por todos os docentes do 1º ciclo em exercício de funções noAgrupamento);
  3. Departamentos Curriculares, nos 2º e 3º ciclos do Ensino Básico, constituídos pela totalidade dos docentes das disciplinas e áreas disciplinares que integram um mesmo departamento.

Nos Departamentos Curriculares encontram-se representados os grupos de recrutamento e áreas disciplinares, de acordo com os cursos lecionados e o número de docentes. Constituem ainda estrutura de articulação curricular, ao nível da sub – coordenação, os conselhos de grupo disciplinar, constituído por docentes das disciplinas que integram os diferentes Departamentos Curriculares dos 2.º e 3.º ciclos.

Coordenação

Estruturas de Coordenação e Supervisão Pedagógica/ Coordenação de Ciclo

  1. Conselhos de ano/ Coordenador do 1.º ciclo;
  2. Conselho de Diretores de Turma/ Coordenador do 2.º ciclo;
  3. Conselho de Diretores de Turma/ Coordenador do 3.º ciclo.

A coordenação pedagógica destina-se a articular e harmonizar as atividades desenvolvidas pelas turmas do mesmo ano de Escolaridade e de um ciclo de ensino.

Atividades

Estruturas de Organização das Atividades de Turma

  1. Educadores de Infância (Pré-escolar);
  2. Professores titulares de turma (1.º ciclo);
  3. Conselhos de turma (2.º e 3.º ciclos).

Estas estruturas organizam, acompanham e avaliam as atividades que desenvolvem na sala de aula com os seus alunos.

O Diretor de Turma ou, tratando-se de alunos do 1.º ciclo do Ensino Básico , o professor Titular de Turma, enquanto Coordenador do Plano de Trabalho da Turma, é particularmente responsável pela adoção de medidas tendentes à melhoria das condições de aprendizagem e à promoção de um bom ambiente educativo, competindo-lhe articular a intervenção dos professores da turma e dos Pais e Encarregados de Educação e colaborar com estes no sentido de prevenir e resolver problemas comportamentais ou de aprendizagem.

Outras...

Outras Estruturas de Coordenação

  1. Coordenador dos Cursos de Educação e Formação (CEF);
  2. Coordenador de PTE (Plano Tecnológico de Educação);
  3. Coordenador de TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação);
  4. Coordenador de BE/ CRE (Biblioteca Escolar/Centro de Recursos Educativos);
  5. Coordenador de Desporto Escolar.

Desporto Escolar assume-se como uma atividade de complemento curricular, que permite aos alunos a prática de atividades desportivas, em ambiente educativo, sob a orientação de professores, conferindo a possibilidade de participação em quadros competitivos, internos (atividades internas) / externos (atividades externas).

Autoavaliação

Comissão de Autoavaliação

A Equipa de Autoavaliação [Observatório de Qualidade] tem como objetivos (entre outros) integrar e envolver todos os atores educativos num processo de autoavaliação que se deseja, participado, intrínseco e permanente; promover a melhoria da qualidade do sistema educativo, da sua organização e dos seus níveis de eficiência e eficácia...

Apoio Educativo

Serviços Especializados de Apoio Educativo

Os Serviços Especializados de Apoio Educativo destinam-se a promover a existência de condições que assegurem a plena integração escolar dos alunos, atuando de forma articulada com as diferentes estruturas de orientação educativa.

São Serviços Especializados de Apoio Educativo:

  • Departamento de Educação Especial, do qual faz parte os  Serviços de Psicologia e Orientação;
  • Outros serviços organizados pelo Agrupamento, tais como Sala de EstudoClubes e ProjetosProjeto Rede de Bibliotecas EscolaresProjeto de Unidade de Ensino estruturado (UEE) para a Educação de crianças e Jovens do espectro do Autismo, parcerias, nomeadamente no âmbito da Ação Social Escolar, Centro de Saúde Escolar, Centro de Emprego e Formação Profissional, e outras instituições de apoio à inserção social e Escolar de crianças e jovens, onde se integra o CRI (Centro de Recursos para a Inclusão).

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escola

 

 


 

1º ciclo

 

curriculo1c

 


 

 2º ciclo

 

No âmbito da sua autonomia, as escolas têm liberdade de organizar os tempos letivos na unidade que considerem mais conveniente desde que respeitem as cargas horárias semanais constantes do quadro infra. Os tempos apresentados correspondem aos tempos mínimos por área disciplinar e disciplinas, pelo que não podem ser aplicados apenas os mínimos, em simultâneo, em todas as disciplinas.

O tempo a cumprir é realizado pelo somatório dos tempos alocados às diversas disciplinas, podendo ser feitos ajustes de compensação entre semanas: ajustes de compensação entre semanas:

Componentes do currículo Carga Horária Semanal (a)
5.º ano 6.º ano total do ciclo
Áreas disciplinares Línguas e Estudos Sociais (b) 500 (b) 500 1 000
Português;      
Inglês;      
História e Geografia de Portugal;      
Matemática e Ciências (c) 350 (c) 350 700
Matemática;      
Ciências Naturais;      
Educação Artística e Tecnológica (d) 270 (d) 270 540
Educação Visual;      
Educação Tecnológica;      
Educação Musical      
Educação Física; 135 135 270
Educação Moral e Religiosa (e) (45) (45) (90)
Tempo a cumprir

1 350

(1 395)

1 350

(1 395)

2 700

(2 790)

Oferta complementar (f)  (f)  
Apoio ao Estudo (g)  200 200  400

(a) Carga letiva semanal em minutos, referente a tempo útil de aula, ficando ao critério de cada escola a distribuição dos tempos pelas diferentes disciplinas de cada área disciplinar, dentro dos limites estabelecidos — mínimo por área disciplinar e total por ano ou ciclo.
(b) Do total da carga, no mínimo, 250 minutos para Português.
(c) Do total da carga, no mínimo, 250 minutos para Matemática.
(d) Do total da carga, no mínimo, 90 minutos para Educação Visual.
(e) Disciplina de frequência facultativa, nos termos do artigo 15.º, parte final, com carga fixa de 45 minutos.
(f) Frequência obrigatória para os alunos, desde que criada pela escola, em função da gestão do crédito letivo disponível, nos termos do artigo 12.º.
(g) Oferta obrigatória para a escola, de frequência facultativa para os alunos, sendo obrigatória por indicação do conselho de turma e obtido o acordo dos encarregados de educação, nos termos do artigo 13.º.

Se da distribuição das cargas em tempos letivos semanais resultar uma carga horária total inferior ao tempo a cumprir, o tempo sobrante é utilizado no reforço de atividades letivas da turma.

 

Parte B

A presente matriz curricular apresenta, para referência e para efeito exemplificativo, a carga horária semanal organizada em períodos de 45 minutos, assumindo a sua distribuição semanal e por anos de escolaridade um caráter indicativo para as escolas:

Componentes do currículo Carga Horária Semanal (a)
5.º ano 6.º ano total do ciclo
Áreas disciplinares Línguas e Estudos Sociais (b) 12 (b) 12 24
Português;      
Inglês;      
História e Geografia de Portugal;      
Matemática e Ciências (c) 9 (c) 9 18
Matemática;      
Ciências Naturais;      
Educação Artística e Tecnológica (d) 6 (d) 6 12
Educação Visual;      
Educação Tecnológica;      
Educação Musical;      
Educação Física; 3 3 6
Educação Moral e Religiosa (e) (1) (1) (2)
Tempo a cumprir

30

(31)

30

(31)

60

(62)

Oferta complementar (f) (f)  
Apoio ao Estudo (g) 5 5 10

(a) Carga horária semanal organizada em períodos de 45 minutos, assumindo a sua distribuição por anos de escolaridade um caráter indicativo. Em situações justificadas, a escola poderá utilizar uma diferente organização da carga horária semanal dos alunos, devendo contudo respeitar os totais por área curricular e ciclo, assim como o máximo global indicado para cada ano de escolaridade.
(b) Do total da carga, no mínimo, 6 × 45 minutos para Português.
(c) Do total da carga, no mínimo, 6 × 45 minutos para Matemática.
(d) Do total da carga, no mínimo, 2 × 45 minutos para Educação Visual.
(e) Disciplina de frequência facultativa, nos termos do artigo 15.º, parte final, com carga fixa de 1 × 45 minutos.
(f) Frequência obrigatória para os alunos, desde que criada pela escola, em função da gestão do crédito letivo disponível, nos termos do artigo 12.º
(g) Oferta obrigatória para a escola, de frequência facultativa para os alunos, sendo obrigatória por indicação do conselho de turma e obtido o acordo dos encarregados de educação, nos termos do artigo 13.º.

 

 


 

3º ciclo

No âmbito da sua autonomia, as escolas têm liberdade de organizar os tempos letivos na unidade que considerem mais conveniente desde que respeitem as cargas horárias semanais constantes do quadro infra. Os tempos apresentados correspondem aos tempos mínimos por área disciplinar e disciplinas, pelo que não podem ser aplicados apenas os mínimos, em simultâneo, em todas as disciplinas. O tempo a cumprir é realizado pelo somatório dos tempos alocados às diversas disciplinas, podendo ser feitos ajustes de compensação entre semanas:

Componentes do currículo Carga Horária Semanal (a)
7.º ano 8.º ano 9.º ano Total
do ciclo
Áreas disciplinares          
Português 200  200 200  600
Línguas Estrangeiras 270  225 225 720
Inglês;        
Língua Estrangeira II;        
Ciências Humanas e Sociais 200 200 250 650
História;        
Geografia;        
Matemática 200 200 200 600
Ciências Físicas e Naturais 270 270 270 810
Ciências Naturais;        
Físico-Química;        
Expressões e Tecnologias (b) 300 (b) 300 250 850
Educação Visual;        
TIC e Oferta de Escola (c);        
Educação Física;        
Educação Moral e Religiosa (d) (45) (45) (45) (135)
Tempo a cumprir

1 530

(1 575)

1 485

(1 530)

1 485

(1 530)

4 500

(4 635)

Oferta complementar (e) (e) (e) (e)

(a) Carga letiva semanal em minutos, referente a tempo útil de aula, ficando ao critério de cada escola a distribuição dos tempos pelas diferentes disciplinas de cada área disciplinar, dentro dos limites estabelecidos — mínimo por área disciplinar e total por ano ou ciclo.
(b) Do total da carga, no mínimo, 90 minutos para Educação Visual.
(c) Nos termos do disposto no artigo 11.º.
(d) Disciplina de frequência facultativa, nos termos do artigo 15.º, parte final, com carga fixa de 45 minutos.
(e) Frequência obrigatória para os alunos, desde que criada pela escola, em função da gestão do crédito letivo disponível, nos termos do artigo 12.º

Se da distribuição das cargas em tempos letivos semanais resultar uma carga horária total inferior ao tempo a cumprir, o tempo sobrante é utilizado no reforço de atividades letivas da turma.

 

Parte B

A presente matriz curricular apresenta, para referência e para efeito exemplificativo, a carga horária semanal organizada em períodos de 45 minutos, assumindo a sua distribuição semanal e por anos de escolaridade um caráter indicativo para as escolas:

Componentes do currículo Carga Horária Semanal (a)
7.º ano 8.º ano 9.º ano Total
do ciclo
Áreas disciplinares          
Português 5 5 5 15
Línguas Estrangeiras 6 5 5 16
Inglês;        
Língua Estrangeira II;        
Ciências Humanas e Sociais 5 5 6 16
História;        
Geografia;        
Matemática 5 5 5 15
Ciências Físicas e Naturais 6 6 6 18
Ciências Naturais;        
Físico-Química;        
Expressões e Tecnologias (b) 4 (b) 4 3 11
Educação Visual;        
TIC e Oferta de Escola (c);        
Educação Física; 3 3 3 9
Educação Moral e Religiosa (d) (1) (1) (1) (3)
Tempo a cumprir

34

(35)

33

(34)

33

(34)

100

(103)

Oferta complementar (e) (e) (e) (e)

(a) Carga letiva semanal em minutos, referente a tempo útil de aula, ficando ao critério de cada escola a distribuição dos tempos pelas diferentes disciplinas de cada área disciplinar, dentro dos limites estabelecidos — mínimo por área disciplinar e total por ano ou ciclo.
(b) Do total da carga, no mínimo, 2 x 45 minutos para Educação Visual.
(c) Nos termos do disposto no artigo 11.º.
(d) Disciplina de frequência facultativa, nos termos do artigo 15.º, parte final, com carga fixa de 1 x 45 minutos.
(e) Frequência obrigatória para os alunos, desde que criada pela escola, em função da gestão do crédito letivo disponível, nos termos do artigo 12.º.

 


 

 

Links

 

Currículo, Organização Curricular e Programas Escolares

 

Programas e Metas Curriculares

 

 

Legislação

 

Decreto-Lei n.º 17/2016, de 4 de abril
Procede à terceira alteração ao Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho, que estabelece os princípios orientadores da organização e da gestão dos currículos dos ensinos básico e secundário, da avaliação dos conhecimentos a adquirir e das capacidades a desenvolver pelos alunos e do processo de desenvolvimento do currículo dos ensinos básico e secundário.

 

Despacho normativo n.º 1-F/2016, de 5 de abril
O Despacho normativo n.º 1-F/2016, de 5 de abril regulamenta o regime de avaliação e certificação das aprendizagens desenvolvidas pelos alunos do ensino básico, bem como as medidas de promoção do sucesso educativo que podem ser adotadas no acompanhamento e desenvolvimento das aprendizagens.

 

Decreto-Lei n.º 176/2014, de 12 de dezembro
Procede à primeira alteração ao Decreto-Lei n.º 27/2006, de 10 de fevereiro, à segunda alteração ao Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho, e à primeira alteração ao Decreto-Lei n.º 79/2014, de 14 de maio, determinando a introdução da disciplina de Inglês no currículo, como disciplina obrigatória a partir do 3.º ano de escolaridade, bem como à definição da habilitação profissional para lecionar Inglês no 1.º ciclo e à criação de um novo grupo de recrutamento.

 

Decreto-Lei n.º 91/2013, de 10 de julho
Estabelece as novas matrizes curriculares do 1.º ciclo do ensino básico e dos cursos profissionais do ensino secundário. Os ajustamentos agora introduzidos visam a integração nos curriculos de componentes que fortalecem o desempenho dos alunos e que proporcionam um maior fortalecimento das suas capacidades.

 

Despacho Normativo n.º 7A/2013, de 10 de julho
Visa dar cumprimento às condições estabelecidas no compromisso assumido pelo Ministério da Educação e Ciência com as organizações sindicais em matéria de distribuição de serviço docente. São definidos mecanismos para o ano letivo de 2013-2014 que possibilitam às escolas promover e implementar as atividades de enriquecimento curricular do 1.º ciclo do ensino básico e que otimizam os recursos docentes existentes que de outra forma ficariam sem componente letiva.

 

Despacho Normativo n.º 7/2013, de 11 de junho
O presente despacho visa atualizar e desenvolver os mecanismos de exercício da autonomia pedagógica e organizativa de cada escola e harmonizá-los com os princípios consagrados no regime jurídico de autonomia, administração e gestão dos estabelecimentos públicos da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário.

 

Despacho Normativo n.º 13/2014, de 15 de setembro
Regulamenta a avaliação e certificação dos conhecimentos adquiridos e das capacidades desenvolvidas pelos alunos do ensino básico, nos estabelecimentos de ensino público, particular e cooperativo.

 

Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de Julho
Estabelece os princípios orientadores da organização e da gestão dos currículos, da avaliação dos conhecimentos e capacidades a adquirir e a desenvolver pelos alunos dos ensinos básico e secundário. (inclui as matrizes curriculares do Ensino Básico e Secundário)

Anexos:
Download this file (Decreto-Lei n139_2012 de 5 de julho.pdf)Decreto-Lei n139_2012 de 5 de julho.pdf[Diário da República, 1.ª série — N.º 129 — 5 de julho de 2012]272 kB
Download this file (Decreto-Lei n176_2014 de 12 de dezembro.pdf)Decreto-Lei n176_2014 de 12 de dezembro.pdf[Diário da República, 1.ª série — N.º 240 — 12 de dezembro de 2014]191 kB
Download this file (LivroCompetenciasEssenciais.pdf)LivroCompetenciasEssenciais.pdf[Currículo Nacional do Ensino Básico - Competências Essenciais]837 kB

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A administração e gestão do Agrupamento são asseguradas por órgãos próprios, que são:


Conselho Geral

 Definição

O Conselho Geral é o órgão de direcção estratégica, responsável pela definição das linhas orientadoras da actividade do Agrupamento, assegurando a participação e representação da Comunidade Educativa composta por representantes dos docentes, dos Pais e Encarregados de Educação, do pessoal não docente, da autarquia local e das actividades de carácter cultural, artístico, científico, ambiental e económico da comunidade local.

É a ele que compete, também, a aprovação das regras fundamentais do funcionamento da Escola (regulamento interno), a tomada de decisões estratégicas e de planeamento (projeto educativo e plano de atividades) bem como o acompanhamento da sua concretização (relatório anual do plano de atividades). 

Os Conselhos Gerais resultam da publicação do Decreto-Lei n.º 75/2008, republicado pelo Decreto- Lei n.º 137/2012 de 2 de julho, que aprova o regime de autonomia, administração e gestão dos estabelecimentos públicos da rede pré-escolar e dos ensinos básico e secundário.

FUNCIONAMENTO

Funcionamento

O Conselho Geral reúne ordinariamente uma vez por trimestre e extraordinariamente sempre que seja convocada pelo respectivo presidente, por sua iniciativa, a requerimento de um terço dos seus membros em efectividade de funções ou por solicitação do Diretor.

As reuniões do Conselho Geral devem ser marcadas em horário que permita a participação de todos os seus membros.

Composição

O número de membros do Conselho Geral é de 21 membros, distribuídos da seguinte forma:

  • 8 representantes do pessoal docente

  • 2 representantes do pessoal não docente

  • 5 representantes da Associação de Pais

  • 2 representantes da autarquia

  • 4 representantes das actividades de carácter cultural, artístico, científico, ambiental e económico da comunidade local, com relevo para o Projecto Educativo do Agrupamento.

O Diretor participa nas reuniões do Conselho Geral, sem direito a voto.

O Presidente do Conselho Geral é eleito por maioria absoluta dos votos dos membros do Conselho Geral em efetividade de funções.

Como são designados os membros dos Conselhos Gerais?

​A designação de representantes é feita da seguinte forma:

  1. Os representantes dos alunos, do pessoal docente e do pessoal não docente do conselho geral são eleitos separadamente pelos respetivos corpos.
  2. Os representantes dos pais e encarregados de educação são eleitos em assembleia geral de pais e encarregados de educação do agrupamento de escolas ou escola não agrupada, sob proposta das respetivas das organizações representativas, e, na falta das mesmas, nos termos a definir no regulamento interno.
  3. Os representantes do município são designados pela câmara municipal, podendo esta delegar tal competência nas juntas de freguesia.
  4. Os representantes da comunidade local, quando se trate de individualidades ou representantes de carácter económico, social, cultural e científico são cooptados pelos demais membros nos termos do regulamento interno.
  5. Os representantes da comunidade local, quando se trate de representantes de instituições ou organizações são indicados pelas mesmas.

Mandatos

O processo de designação dos representantes e a duração do seu mandato, as normas praticadas nos processos eleitorais, a homologação dos seus resultados, as normas de funcionamento das reuniões do órgão e outras disposições encontram-se definidas no regimento interno do Conselho Geral:

  • O mandato dos membros docentes e do pessoal não docente tem a duração de quatro anos.
  • O mandato dos representantes dos Pais e Encarregados de Educação tem a duração de dois anos lectivos, podendo ser prolongado até três anos caso seja do interesse do Conselho Geral, da Associação de Pais e Encarregados de Educação e dos próprios representantes.

Presidente

PRESIDENTE DO CONSELHO GERAL

1. O Presidente é eleito por maioria absoluta dos votos dos membros do Conselho Geral em efetividade de funções.

2. Ao Presidente do Conselho Geral compete, sem prejuízo do disposto no Regimento deste órgão:

a) Convocar as reuniões e definir a ordem de trabalhos do Conselho Geral;

b) Coordenar a execução dos trabalhos;

c) Designar o secretário, que deverá elaborar a ata;

d) Assegurar o cumprimento do regimento interno;

e) Requerer, aos restantes órgãos, em nome do Conselho Geral, as informações necessárias para realizar eficazmente o acompanhamento e a avaliação do funcionamento do Agrupamento de Escolas e dirigir recomendações com vista ao desenvolvimento do Projeto Educativo e ao cumprimento do Plano Anual de Atividades;

f) Reunir mensalmente com o Diretor e o presidente do Conselho Pedagógico, para coordenação e articulação dos diferentes órgãos;

g) Comunicar ao Diretor-geral da Administração Escolar o resultado da eleição para o cargo de Diretor;

h) Dar posse ao Diretor.

Elementos

Elementos Atuais

Representantes do

Pessoal Docente

Representantes do

Pessoal Não Docente

Representantes dos

Encarregados de Educação

Representantes da Autarquia Representantes da Comunidade Local

Rui Santos

Ana Dias

Teodósio Faria

Luís Martins

Rute Ramalho

Lúcia Garcia

Ana Ribeiro

Valter Dias

Lina Silva

José Torneiro

Bruno Andrade

Elisabete Bértolo

Filipe dos Santos

Helena Gouveia

Pedro Neves

Sara Ferreira

Rui Braga

Ana Cabral

Telma Guerra Santos

Sara Mestre Madeira

Susana Camacho

Presidente do Conselho Geral: Rui Santos


Direção

 Definição

A Direção é o órgão de administração e gestão do Agrupamento de Escolas nas áreas pedagógica, cultural, administrativa, financeira e patrimonial.

DIREÇÃO

 

Diretor, Subdiretor e adjuntos do Diretor

O Diretor é coadjuvado, no exercício das suas funções, por um Subdiretor e adjuntos.

O Subdiretor e os Adjuntos são nomeados pelo Diretor de entre docentes dos quadros de nomeação definitiva que contem pelo menos cinco anos de serviço e se encontrem em exercício de funções no Agrupamento.

Mandatos

O mandato do Diretor tem a duração de quatro anos.

Assessorias

Assessorias da Direcção

Para apoio à actividade do Diretor e mediante proposta deste, o Conselho Geral pode autorizar a constituição de assessorias técnico-pedagógicas, para as quais são designados docentes em exercício de funções no Agrupamento.

Recrutamento

Recrutamento

O Diretor é eleito pelo Conselho Geral.

Para recrutamento do Diretor, desenvolve-se um procedimento concursal, prévio à eleição.

Podem ser opositores ao procedimento concursal referido docentes dos quadros de nomeação definitiva do ensino público ou professores profissionalizados com contrato por tempo indeterminado do ensino particular e cooperativo, em ambos os casos com, pelo menos, cinco anos de serviço e qualificação para o exercício de funções de administração e gestão Escolar.

Competências

Competências

1. Compete ao Diretor, de acordo com o Decreto – Lei 137/ 2012 de 2 Julho, submeter à aprovação do Conselho Geral o Projeto Educativo do Agrupamento, elaborado pelo Conselho Pedagógico.

2. Ouvido o Conselho Pedagógico, compete também ao Diretor:

a) Elaborar e submeter à aprovação do Conselho Geral as alterações ao Regulamento Interno do Agrupamento, os planos anual e plurianual de atividades, o relatório anual de atividades e as propostas de celebração de contratos de autonomia.

3. Aprovar o plano de formação e de atualização do pessoal docente e não docente, ouvido também, no último caso, o município.

4. O Diretor também tem competências no plano da gestão pedagógica, administrativa, financeira e patrimonial.

Elementos

Elementos atuais da Direcção

  • Diretor - Luís Miguel Latas

  • Subdiretor - Carlos Moucho

  • Adjunta Diretor - Susana Barroso

  • Adjunta Diretor - Dora Pepe

  • Assessora - Sandra Costa


CONSELHO PEDAGÓGICO

 Definição

O Conselho Pedagógico é o órgão de coordenação e orientação educativa do agrupamento, nomeadamente, nos domínios pedagógico - didáctico, da orientação e acompanhamento dos alunos e da formação inicial e contínua do pessoal docente e não docente.

Composição

Composição

O Conselho Pedagógico é composto por dezasseis elementos a distribuir da seguinte forma:

  • O Director que é por inerência o presidente do Conselho Pedagógico;
  • O Coordenador do Departamento do Pré-escolar;
  • O Coordenador do Departamento do 1º Ciclo;
  • O Coordenador do Departamento de Línguas;
  • O Coordenador do Departamento de Matemática;
  • O Coordenador do Departamento de Ciências Experimentais;
  • O Coordenador do Departamento das Ciências Humanas e Sociais;
  • O Coordenador do Departamento das Artes e Tecnologias;
  • O Coordenador do Departamento de Movimento e Som;
  • O Coordenador do Departamento da Educação Especial;
  • Os Coordenadores dos diretores de turma;
  • O Coordenador do Projecto Rede das Bibliotecas Escolares, que assume a representação dos projectos educativos existentes no Agrupamento Em cada ano lectivo, o representante será designado pelo Director, de entre os vários coordenadores/responsáveis pelas Bibliotecas Escolares do Agrupamento;
  • Dois representantes de Pais e Encarregados de Educação;
  • Um representante do pessoal não docente.

No cumprimento da lei e a pedido do Director, os serviços técnico–pedagógicos podem ser solicitados a intervir no Conselho Pedagógico para se pronunciarem sobre assuntos que lhes digam respeito.

Os representantes do pessoal docente e não docente, dos Pais e Encarregados de Educação ao Conselho Geral não podem ser membros do Conselho Pedagógico.

Funcionamento

Funcionamento

O Conselho Pedagógico reúne ordinariamente uma vez por mês e extraordinariamente sempre que seja convocado pelo respectivo Presidente, por sua iniciativa, a requerimento de um terço dos seus membros em efectividade de funções ou sempre que um pedido de parecer do Conselho Geral ou do Director o justifique.

As reuniões ordinárias do Conselho Pedagógico são obrigatoriamente convocadas com uma antecedência mínima de cinco dias úteis, através de afixação no local correspondente da Escola e via correio electrónico. As reuniões extraordinárias poderão ser convocadas com um mínimo de 24 horas, obrigatoriamente por contacto directo com os seus membros.

Nas reuniões em que sejam tratados assuntos que envolvam sigilo, designadamente, sobre matéria de provas de exame ou de avaliação global, apenas poderão participar os membros docentes.

O modo de funcionamento do Conselho Pedagógico consta do seu regimento interno.

 

Representantes

Designação dos representantes

A designação para os cargos de Coordenador dos Departamentos Curriculares, Coordenadores de ciclo, representante do ensino especializado, Coordenador da Rede das Bibliotecas Escolares faz-se por designação do Director do Agrupamento.

O representante do pessoal não docente é eleito pelo respectivo corpo de entre os seus membros em efectividade de funções.

O Coordenador do ensino especial é eleito pelo respectivo corpo, de entre os seus elementos em efectividade de funções.

Os representantes dos Pais e Encarregados de Educação são designados pela Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento ou em caso desta não existir, eleito em Assembleia de Representantes de Turma.

 

Mandatos

Mandatos

O mandato do dos membros do Conselho Pedagógico tem a seguinte duração:

  • Director/Presidente do Conselho Pedagógico – 4 anos

  • Coordenadores dos Departamentos Curriculares – 4anos e cessam com o do Director;

  • Coordenador do grupo de educação especial – 4 anos

  • Coordenador da BE/CRE – 4 anos

  • Coordenador de ciclo – 1ano

  • Representante do pessoal não docente – 1ano

  • Representantes dos pais/encarregados de educação – 4 anos

Os Coordenadores dos Departamentos Curriculares podem ser exonerados a todo o tempo por despacho fundamentado do Director.

Presidente

PRESIDENTE DO CONSELHO PEDAGÓGICO

1 - Compete ao Diretor, enquanto Presidente do Conselho Pedagógico:

a) Representar o Conselho Pedagógico em atos para os quais seja solicitada a representação deste órgão, podendo delegar essa função num dos seus membros;

b) Promover e coordenar a elaboração do regimento interno do Conselho Pedagógico nos primeiros trinta dias do seu mandato;

c) Convocar as reuniões e definir a ordem de trabalhos do Conselho Pedagógico;

d) Coordenar a execução dos trabalhos;

e) Designar o secretário, que deverá elaborar a ata;

f) Ter assento no Conselho Geral do Agrupamento, sem direito a voto;

g) Assegurar o cumprimento do regimento interno;

h) Promover e incentivar a articulação do Conselho Pedagógico com os outros órgãos de administração e gestão, na prossecução do Projeto Educativo do Agrupamento;

i) Propor comissões para estudos relacionados com as competências do Conselho Pedagógico.

Elementos

DEPARTAMENTO COORDENAÇÃO

COORDENADORES REPRESENTANTES

LÍNGUAS

Alice Figueira

MATEMÁTICA

Maria Fátima Lopes

CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS

Maria José Menas

CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS

Rui Santos

MOVIMENTO E SOM

Anabela Silva

ARTE E TECNOLOGIAS

Maria José Ildefonso

EDUCAÇÃO ESPECIAL

Maria Gutierres

PRÉ-ESCOLAR / 1º CICLO

Branca Mateus

COORDENAÇÃO 1º CICLO

Emília Rocha

COORDENAÇÃO DT 2ºCICLO

Irene Martins

COORDENAÇÃO DT 3º CICLO

Carla Aboim

BIBLIOTECA ESCOLAR

Maria Margarida Encarnação

PRESIDENTE DO CONSELHO PEDAGÓGICO: Luís Miguel Latas


CONSELHO ADMINISTRATIVO

 Definição

O Conselho Administrativo é o órgão deliberativo em matéria administrativa e financeira do Agrupamento, nos termos da legislação em vigor.

Composição

 

Composição

O Conselho Administrativo tem a seguinte composição:

  • O Director, que preside;

  • O Subdirector ou um dos Adjuntos do Director, por ele designado para o efeito;

  • O chefe dos serviços de administração Escolar, ou quem o substitua.

O chefe dos Serviços de Administração Escolar ou quem o substitua secretaria o Conselho Administrativo.

Funcionamento

 

Funcionamento

O Conselho Administrativo reúne, ordinariamente, uma vez por mês e, extraordinariamente, sempre que o Director o convoque, por sua iniciativa ou a requerimento de qualquer dos restantes membros.

As decisões do Conselho Administrativo são tomadas por votação maioritária dos seus membros.


 COORDENAÇÃO DE ESTABELECIMENTO

 COORDENAÇÃO DE ESCOLA DO 1.º CICLO OU DE ESTABELECIMENTO DE EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR

A coordenação de cada uma das Escolas do 1.º Ciclo e Pré-escolar do Lavradio, é assegurada por um Coordenador designado pelo Director, de entre os docentes em exercício de funções no respectivo estabelecimento e, sempre que possível, de entre os professores titulares.

Mandato

Mandato

O mandato do Coordenador de estabelecimento tem a duração de quatro anos e cessa com o mandato do Director.

Competências

COMPETÊNCIAS

Compete, de um modo geral, ao Coordenador de estabelecimento:

a) Coordenar as atividades educativas do estabelecimento, em articulação com o Diretor ;

b) Cumprir e fazer cumprir as decisões do Diretor e exercer as competências que por este lhe forem delegadas;

c) Veicular as informações relativas ao pessoal docente e não docente e aos alunos;

d) Promover e incentivar a participação dos Pais e Encarregados de Educação, dos interesses locais e da autarquia nas atividades educativas.

Outras...

Compete, ainda, ao Coordenador de estabelecimento:

a) Representar nos respetivos estabelecimentos o Diretor do Agrupamento;

b) Coadjuvar a direção na organização, coordenação e acompanhamento das atividades de acordo com o Projeto Educativo, Curricular do Agrupamento e Plano Plurianual;

c) Fomentar a articulação entre o Pré-escolar e o 1º ciclo;

d) Desenvolver e organizar os aspetos práticos e logísticos inerentes ao desenvolvimento das atividades de enriquecimento curricular (AEC), no 1.º Ciclo, assim como a componente de apoio à família (CAF) no ensino pré-escolar;

e) Dar a conhecer ao Diretor as intervenções necessárias a realizar no âmbito da manutenção e conservação dos equipamentos e edifícios;

f) Manter atualizado o inventário de todos os bens pertencentes ao estabelecimento;

g) Manter atualizado o registo de faltas do pessoal docente e não docente e fazer o seu encaminhamento para os serviços administrativos;

h) Encaminhar o expediente do estabelecimento de ensino para a sede do Agrupamento;

i) Decidir assuntos em situação de emergência, dando conhecimento imediato ao Diretor;

j) Diligenciar em coordenação com os professores titulares de Turma / Grupo na resolução das causas do absentismo dos alunos;

k) Reunir com os encarregados de educação sempre que se justifique;

l) Colaborar na elaboração do relatório trimestral das atividades desenvolvidas em articulação com o 1.º Ciclo e ensino pré-escolar;

m) Colaborar na elaboração do relatório trimestral das atividades de enriquecimento curricular em articulação com os professores titulares de turma e professores das AEC;

n) Colaborar na elaboração do relatório trimestral das atividades de enriquecimento curricular em articulação com as educadoras titulares de grupo e professores das AAAF;

o) Promover e assegurar as condições para a realização de reuniões com todos os docentes do estabelecimento de ensino;

p) Promover e assegurar as condições para a realização de visitas de estudo e outras iniciativas;

q) Elaborar as encomendas relativas a produtos de farmácia/primeiros socorros; material de desgaste, produtos de higiene e limpeza;

r) Realizar a monitorização mensal da distribuição, encomenda e contabilidade do leite escolar;

s) Actualizar o Plano de emergência e a distribuição de funções pelos vários recursos humanos no âmbito da protecção civil.

 

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